Cerca de 11% dos fundos ilícitos em criptomoedas foram apreendidos ou congelados em 2025 — cerca de 55 vezes mais do que a taxa estimada de recuperação no sistema financeiro tradicional ( 0,2%). Mesmo com mais de US$ 75 bilhões em fundos ilícitos visíveis em blockchains, essas transações representam menos de 1% do v...

Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: How does Binance Research argue that cryptocurrency is not a safe haven for illicit finance, based on 2025 seizure and recovery rates versus. Article summary: Binance Research’s argument is that crypto is a poor “safe haven” for illicit finance because illicit funds are more visible, more freezeable, and harder to cash out than in traditional finance. Its case rests on a high . Topic tags: general, general web. Reference image context from search candidates: Reference image 1: visual subject "BitcoinWorld Crypto Crime Fighters Recover 11% of Illicit Funds in 2025, Outpacing Traditional Finance 55-Fold In a striking demonstration of blockchain technologyBitcoinWorld Cryp" source context "Crypto Crime Fighters Recover 11% of Illicit Funds in 2025, Outpacing Traditional Finance 55-Fold | MEXC News" Reference image 2: vi
O debate público frequentemente retrata as criptomoedas como um paraíso para atividades criminosas. Um relatório da Binance Research contesta essa ideia e argumenta que, na prática, o ecossistema cripto pode ser um ambiente ruim para esconder dinheiro ilícito.
Segundo a análise, isso acontece por três fatores principais: transações registradas permanentemente em blockchains públicos, maior capacidade de congelar fundos e crescentes barreiras para converter cripto em dinheiro utilizável.
Um dos pontos centrais do relatório é a comparação entre a recuperação de fundos ilícitos em criptomoedas e em sistemas financeiros tradicionais.
Os números são baseados em ações públicas de congelamento e apreensão divulgadas por organizações como Tether, Interpol e a T3 Financial Crime Unit, e não em uma única auditoria centralizada.
De acordo com o relatório, a diferença ocorre porque fluxos financeiros em blockchains públicos podem ser rastreados com muito mais facilidade do que transações envolvendo dinheiro físico ou sistemas bancários opacos.
Outro argumento importante envolve o tamanho relativo do problema dentro do mercado de criptomoedas.
Esse valor aumentou cerca de 28% em relação a 2024, continuando uma tendência de crescimento anual do montante identificado como suspeito.
A interpretação da Binance Research é que, embora o valor absoluto seja alto, a transparência do blockchain torna esses fundos mais visíveis — e muitas vezes mais difíceis de movimentar ou converter em dinheiro utilizável.
Blockchains públicos funcionam como um grande registro permanente de transações. Investigadores conseguem seguir fluxos de dinheiro usando diferentes ferramentas, como:
Esses mecanismos permitem rastrear fundos ligados a hackeamentos, golpes, ransomware, evasão de sanções e mercados da dark web mesmo após múltiplas transferências entre carteiras.
Diferentemente do dinheiro físico, onde transações deixam poucos rastros, a maioria das movimentações em blockchain permanece registrada publicamente para sempre, permitindo investigações retroativas anos depois.
Mesmo quando criminosos tentam ocultar o histórico de transações, existem limitações práticas.
O relatório aponta restrições na capacidade de serviços de ofuscação, como mixers de criptomoedas:
Movimentações grandes através de poucos serviços também podem chamar atenção de investigadores e empresas de análise blockchain.
Transformar criptomoedas ilícitas em dinheiro utilizável também se tornou mais complexo.
Entre os principais obstáculos estão:
Empresas emissoras de stablecoins e exchanges têm bloqueado cada vez mais carteiras associadas a atividades ilegais, dificultando o chamado off‑ramp — a conversão para moeda tradicional.
O relatório também destaca maior coordenação entre diferentes atores do ecossistema:
Ações conjuntas — como listas negras de carteiras, congelamentos de tokens e investigações coordenadas — têm aumentado a eficácia na recuperação de fundos ilícitos.
Vale notar que a análise vem da Binance Research e de relatórios do setor, portanto reflete a interpretação da própria indústria e não uma auditoria governamental completa sobre o crime financeiro global.
Ainda assim, os dados apresentados reforçam uma tese central: embora atividades ilícitas existam no mercado cripto, a transparência do blockchain, os controles de conformidade e os limites da infraestrutura de lavagem podem tornar mais difícil — e não mais fácil — esconder grandes quantias de dinheiro criminoso.
Studio Global AI
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Cerca de 11% dos fundos ilícitos em criptomoedas foram apreendidos ou congelados em 2025 — cerca de 55 vezes mais do que a taxa estimada de recuperação no sistema financeiro tradicional ( 0,2%).
Cerca de 11% dos fundos ilícitos em criptomoedas foram apreendidos ou congelados em 2025 — cerca de 55 vezes mais do que a taxa estimada de recuperação no sistema financeiro tradicional ( 0,2%). Mesmo com mais de US$ 75 bilhões em fundos ilícitos visíveis em blockchains, essas transações representam menos de 1% do volume total on‑chain.
Limitações de mixers, controles de KYC/KYT em exchanges e maior cooperação entre empresas de cripto e autoridades criam gargalos para lavar e sacar grandes quantias.