O emprego total cresceu 11.400 no 2º trimestre, ante 9.400 no primeiro; a maior parte do avanço veio de trabalhadores não residentes.[2] As demissões subiram de 3.830 para 4.620, enquanto as vagas abertas caíram de 73.300 em março para 68.600 em junho.[4][18] Entre os residentes demitidos, a parcela que voltou a tra...
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Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: How did Singapore’s labour market change in the second quarter of 2026 compared with the first quarter—including retrenchments and their cau. Article summary: Singapore’s labour market grew faster in Q2 2026 than in Q1, but it also showed signs of softening: retrenchments increased, vacancies fell, and fewer laid-off residents returned to work within six months.[5][6][7] - **R. Topic tags: general, general web, news. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks, charts with fake numbers
O mercado de trabalho de Singapura terminou o segundo trimestre de 2026 com um contraste: mais pessoas empregadas, mas menos vagas abertas e mais demissões. Para quem perdeu o emprego, a melhora no número total de ocupados não significou necessariamente uma recolocação mais fácil.2
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O total de pessoas empregadas aumentou 11.400 no segundo trimestre, depois de uma alta de 9.400 no primeiro. Desse avanço mais recente, 9.200 corresponderam a trabalhadores não residentes, ante 4.100 no trimestre anterior. O emprego entre residentes também cresceu, mas em ritmo menor: 2.200, contra 5.400 nos três primeiros meses do ano.2
O desemprego permaneceu baixo e praticamente estável. A taxa geral foi de 1,9% em junho, ante 2,0% em março; entre residentes, ficou em 2,9% nos dois meses.2
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As demissões por redução de postos passaram de 3.830 no primeiro trimestre para 4.620 no segundo. A incidência subiu de 1,6 para 2,0 demissões por mil empregados. O aumento se concentrou em setores voltados ao mercado externo, como indústria, informação e comunicações e serviços financeiros. Reorganizações e reestruturações das empresas continuaram sendo o principal motivo informado para os cortes.4
Ao mesmo tempo, o número de vagas abertas caiu de 73.300 em março para 68.600 em junho.18
Entre os residentes que haviam sido demitidos, a proporção dos que voltaram a trabalhar em até seis meses recuou de 60,7% para 54,9%. Já a taxa de retorno em até 12 meses permaneceu relativamente estável, em 69,8%. Esse segundo indicador acompanha grupos demitidos anteriormente: não representa o resultado, após um ano, das pessoas dispensadas no segundo trimestre.4
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A ministra interina do Trabalho, Jasmin Lau, reconheceu que passar de um emprego para outro pode ser difícil, embora ainda existam oportunidades. Segundo ela, o governo apoiará os trabalhadores para que aprendam, se adaptem e se preparem para novas funções. A cobertura de sua fala também destacou os programas de conversão de carreira como parte desse apoio.22
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O emprego total cresceu 11.400 no 2º trimestre, ante 9.400 no primeiro; a maior parte do avanço veio de trabalhadores não residentes.[2]
O emprego total cresceu 11.400 no 2º trimestre, ante 9.400 no primeiro; a maior parte do avanço veio de trabalhadores não residentes.[2] As demissões subiram de 3.830 para 4.620, enquanto as vagas abertas caíram de 73.300 em março para 68.600 em junho.[4][18]
Entre os residentes demitidos, a parcela que voltou a trabalhar em até seis meses recuou de 60,7% para 54,9%.[4]