A Intelligence Indeed informou que seu InAgent, também chamado de Z Agent no anúncio da empresa, alcançou 90,2% de sucesso na configuração de 361 tarefas do OSWorld — o primeiro resultado divulgado acima de 90%. O OSWorld testa agentes em ambientes reais de desktop e usa verificações baseadas no estado final do sist...
Resposta de pesquisa

Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: How did Chinese company Intelligence Indeed’s InAgent become the first computer-use agent to exceed 90% on the OSWorld benchmark—achieving 9. Article summary: The reported result is best understood as a system-level achievement, not evidence that InAgent has a uniquely superior foundation model. InAgent reportedly combined model reasoning with an execution “harness” that plans. Topic tags: general, academic, general web, user generated. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks, char
A Intelligence Indeed informou, em agosto de 2026, que seu produto de uso de computador — chamado de Z-Agent no anúncio da companhia e de InAgent em outras coberturas — atingiu 90,2% de sucesso em tarefas no OSWorld. Segundo a empresa, foi o primeiro resultado divulgado a superar a marca de 90% e também o primeiro colocado em uma subcategoria de frameworks agênticos. 18
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A principal leitura do resultado não é que um único modelo de IA tenha resolvido a automação de desktops. O ponto central é que o desempenho de um agente depende cada vez mais do seu harness: a camada de software que transforma um plano do modelo em ações controladas, verifica se elas funcionaram e lida com as muitas formas pelas quais um fluxo de trabalho real pode dar errado.
A cobertura sobre a avaliação atribui ao InAgent os seguintes resultados no OSWorld:
São resultados reportados, e não conclusões de uma auditoria independente. As fontes fornecidas não apresentam um relatório técnico público que separe a contribuição do modelo-base, das ferramentas de ação, dos prompts, das configurações de avaliação e dos componentes do harness para cada pontuação. Isso é relevante porque uma nota em benchmark mede uma configuração de modelo mais sistema, não a inteligência do modelo isoladamente.
Também convém não confundir uma alegação histórica com uma liderança permanente. Um retrato de um leaderboard de terceiros, publicado em setembro de 2026, apontava outro sistema, o Qwen3.8 Max, com 86,1% no OSWorld-Verified. Isso ilustra como posições em rankings e configurações de avaliação podem mudar ao longo do tempo. 3
O OSWorld foi criado para avaliar agentes que operam em ambientes reais de computador, em vez de apenas responder a perguntas sobre capturas de tela ou páginas web simuladas. A versão original reúne 369 tarefas do mundo real em aplicativos como Chromium, LibreOffice, GIMP, Thunderbird, VLC e Visual Studio Code, além de tarefas de sistema operacional e fluxos que cruzam vários programas. A avaliação verifica o estado configurado do ambiente por meio de checagens de execução. 2
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A configuração mais usada, com 361 tarefas, exclui oito tarefas do Google Drive que podem exigir preparação manual. 14
Na prática, isso torna o OSWorld mais exigente do que um teste de prever cliques. Para concluir uma tarefa, o agente precisa navegar pela interface, manter o contexto ao longo de várias etapas, manipular arquivos ou estados de aplicativos e deixar a máquina na condição final esperada.
O contexto histórico ajuda a dimensionar a relevância da alegação de 90,2%. Na referência original publicada pelo OSWorld, humanos concluíram mais de 72,36% das tarefas, enquanto o melhor modelo registrou 12,24%. 14 Ainda assim, a comparação não deve ser tomada como medida universal de competência profissional: o resultado depende da seleção das tarefas, da configuração do ambiente, do limite de ações, das ferramentas e do harness do agente.
Um prompt diz ao modelo o que fazer. A engenharia de contexto define quais informações ele recebe. Já a engenharia de harness projeta o sistema de execução: como o agente observa o ambiente, executa ações, preserva estado, comprova a conclusão e se recupera de falhas.
Uma pesquisa sobre sistemas de agentes descreve o harness de execução como a infraestrutura que molda a percepção e as ações do agente, além de sua capacidade de detectar e recuperar-se de erros. Entre seus elementos estão o desenho das observações, os espaços de ação, o isolamento da execução, o gerenciamento de contexto e os ciclos de verificação. 28
Para um agente que opera computadores, um harness robusto costuma precisar cumprir seis funções:
Há evidência empírica de que essa camada pode afetar materialmente o desempenho. Um estudo relatou que dez iterações de engenharia de harness elevaram o pass@1 no Terminal-Bench 2 de 69,7% para 77,0%, acima da referência de 71,9% para um harness desenhado por humanos. Trata-se de outro benchmark, portanto não valida a nota do InAgent no OSWorld — mas sustenta a tese mais ampla de que o desenho do sistema de execução pode gerar ganhos relevantes sem apenas trocar o modelo. 29
O apelo estratégico atribuído ao InAgent é uma abordagem híbrida: usar interfaces programáticas confiáveis quando elas existem, mantendo o controle de interface gráfica semelhante ao de uma pessoa para aplicativos sem APIs adequadas. 22
Esse desenho responde a um problema comum em empresas. Muitos processos atravessam serviços modernos, com APIs utilizáveis, e softwares desktop antigos, portais de fornecedores ou sistemas internos nos quais a única rota prática é a mesma tela usada por um funcionário.
Em tese, o agente pode escolher o caminho mais confiável em cada etapa:
A pesquisa OSWorld-MCP também concluiu que a invocação de ferramentas pode melhorar a taxa de sucesso em algumas situações. Nos experimentos divulgados, a adição de ferramentas MCP elevou o OpenAI o3 de 8,3% para 17,6% em 15 etapas e o Claude 4 Sonnet de 38,9% para 45,0% em 50 etapas. 24
A ressalva é que a automação por GUI continua exposta a mudanças de interface, latência, pop-ups, alvos ambíguos, controles de acesso, autenticação multifator e ações irreversíveis. A execução híbrida pode reduzir esses riscos, mas não os elimina.
Uma taxa de conclusão de 90,2% implica que 9,8% das tarefas do benchmark não foram concluídas com sucesso. Em um cenário hipotético de 10 mil tarefas comparáveis, isso representaria cerca de 980 exceções, antes mesmo de considerar erros que parecem bem-sucedidos, mas produzem um resultado de negócio incorreto.
Isso não torna a pontuação irrelevante. Ela sugere que agentes de uso de computador podem estar se aproximando de uma utilidade prática em fluxos delimitados, repetitivos e sujeitos a controles fortes. Mas não autoriza automação sem supervisão para pagamentos, protocolos jurídicos, operações críticas de segurança ou mudanças que afetem clientes.
Antes de levar um agente à produção, equipes devem avaliar mais do que a taxa principal de aprovação:
O benchmark mais novo e mais difícil, o OSWorld 2.0, reforça a necessidade de cautela. Ele reúne 108 fluxos de trabalho de longa duração, e o melhor resultado divulgado em conclusão binária foi de 20,6% na métrica principal de 500 etapas. Isso indica que os agentes ainda estão longe de um uso de computador amplamente profissional quando as tarefas se tornam mais longas e realistas. 17
O resultado de 90,2% reportado para o InAgent é melhor entendido como um marco de engenharia de sistemas agênticos. Prompts melhores e contexto mais rico continuam importantes, mas a automação confiável passa cada vez mais pela estrutura ao redor do modelo: decomposição de tarefas, seleção de ferramentas, estado persistente, conclusão verificável, autoridade limitada e rotas de recuperação.
Para empresas, a pergunta útil não é apenas qual modelo lidera um benchmark. É se um agente consegue executar um processo específico com correção mensurável, efeitos colaterais controlados e uma transferência segura para uma pessoa quando não puder prosseguir. Uma pontuação alta no OSWorld pode ajudar a orientar essa avaliação — mas, sozinha, não consegue comprová-la.
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A Intelligence Indeed informou que seu InAgent, também chamado de Z Agent no anúncio da empresa, alcançou 90,2% de sucesso na configuração de 361 tarefas do OSWorld — o primeiro resultado divulgado acima de 90%.
A Intelligence Indeed informou que seu InAgent, também chamado de Z Agent no anúncio da empresa, alcançou 90,2% de sucesso na configuração de 361 tarefas do OSWorld — o primeiro resultado divulgado acima de 90%. O OSWorld testa agentes em ambientes reais de desktop e usa verificações baseadas no estado final do sistema, não apenas respostas em texto.
Mesmo uma taxa de 90,2% deixaria 9,8% das tarefas comparáveis sem conclusão bem sucedida; processos de alto impacto ainda exigem checagens determinísticas, controles de acesso, filas de exceção e aprovação humana.