Um perfil no X que dizia representar a CoinDesk abordou profissionais ligados à Black Hat e à DEF CON com o convite para uma conferência de criptomoedas que não existia. O golpe usava um Google Doc legítimo com uma barra lateral personalizada pelo Google Apps Script, que simulava criptografia e pedia uma chave envia...
Resposta de pesquisa

Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: How did a hacker posing as an employee of a leading crypto news site target cybersecurity professionals on X around the Black Hat and Def Co. Article summary: A threat actor posing on X as CoinDesk’s VP and head of marketing used a fake crypto-conference invitation to target Black Hat and Def Con attendees, aiming to make them install malware on macOS or Windows. The public re. Topic tags: general, general web, user generated. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks, charts with fa
Uma conta no X, identificada como @HartmansDoeke, alegou representar a CoinDesk e procurou profissionais associados às conferências de segurança Black Hat e DEF CON. O contato começava, em alguns casos, por respostas públicas e depois migrava para mensagens diretas. Em seguida, o ator apresentava uma suposta conferência de criptomoedas organizada pela CoinDesk e compartilhava um Google Doc como material de planejamento. 1411
O detalhe mais importante é que o documento podia parecer legítimo. O comportamento malicioso vinha de uma interface criada com Google Apps Script e das instruções exibidas por ela. Os relatos disponíveis descrevem uma tentativa de entregar malware, mas não comprovam que o pesquisador da Huntress ou outros alvos tenham instalado os programas. 468
As primeiras mensagens exploravam o contexto profissional das conferências. Em inglês rudimentar, o impostor perguntava se o pesquisador participaria de outro evento e então mencionava uma conferência fictícia ligada a um conhecido veículo de notícias sobre criptomoedas. Respostas públicas ajudavam a localizar possíveis participantes; as DMs criavam um canal privado para avançar na abordagem. 4510
Quando o alvo demonstrava interesse, o ator enviava um documento que parecia reunir informações de organização do evento. Na conversa pelo X, também fornecia uma suposta chave de criptografia ou descriptografia. A combinação fazia a troca parecer uma atividade normal de planejamento, e não uma tentativa convencional de phishing. 68
Um usuário autenticado do Google que abrisse o arquivo via uma barra lateral personalizada ao lado do documento. Segundo a Huntress, essa interface fazia o material parecer parcialmente criptografado e pedia que o destinatário inserisse a chave recebida na conversa. A chave aparentemente não funcionava, criando um pretexto para que a vítima seguisse as etapas de recuperação sugeridas pela própria barra lateral. 68
As opções seguintes incluíam instruções no estilo ClickFix — uma técnica que tenta convencer a pessoa a copiar e executar comandos — e um caminho para baixar um arquivo. Ambas tinham o objetivo de fazer o destinatário baixar e executar código malicioso. Assim, o documento não era apenas um link para uma página suspeita: a hospedagem legítima do Google e uma interface com aparência nativa do Docs davam ao fluxo um ar de normalidade. 48
Essa é a principal lição do caso: um endereço real de google.com ou um arquivo aberto dentro de um serviço conhecido confirma onde o conteúdo está hospedado, mas não prova que o documento, o script, as instruções ou os downloads sejam seguros.
Os caminhos de entrega variavam conforme o sistema operacional:
As evidências disponíveis apontam para payloads e mecanismos de entrega pretendidos, não para um comprometimento confirmado do pesquisador que investigou a campanha.
O pesquisador da Huntress percebeu que a abordagem era suspeita, mas continuou a conversa fingindo colaborar. Com isso, a empresa conseguiu observar as mensagens, receber o documento e registrar como o falso pedido de descriptografia conduzia à execução de malware. O pesquisador não instalou o payload. 1411
A estratégia permitiu visualizar a cadeia completa: a identidade falsa no X, o pretexto da conferência, o Google Doc, a barra lateral do Apps Script, o pedido de uma chave fraudulenta e os caminhos de malware específicos para cada sistema operacional.
O episódio mostra por que convites relacionados a conferências merecem o mesmo cuidado que mensagens de phishing recebidas por e-mail — mesmo quando chegam por uma rede social conhecida e usam um serviço legítimo de nuvem.
Sinais de alerta incluem:
Quem tiver seguido as instruções deve isolar o sistema afetado, redefinir credenciais potencialmente expostas, trocar segredos e revisar carteiras de criptomoedas e outras contas sensíveis. 1819
Os relatos sustentam os elementos centrais da campanha: a personificação de uma identidade no X, o uso de respostas públicas e DMs, o pretexto de uma falsa conferência de criptomoedas, um Google Doc aprimorado com Apps Script, uma chave de descriptografia falsa, instruções no estilo ClickFix e a tentativa de distribuir malware para macOS e Windows. 1246811
O material fornecido não traz uma declaração verificada do suspeito nem uma resposta do Google. Também não há evidências suficientes para uma comparação específica com campanhas anteriores atribuídas a governos ou a grupos nomeados. Em termos gerais, o episódio segue um padrão conhecido de engenharia social direcionada a profissionais de segurança; sua principal variação foi transformar conteúdo hospedado no Google e uma interface do Apps Script em parte da cadeia de entrega.
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Um perfil no X que dizia representar a CoinDesk abordou profissionais ligados à Black Hat e à DEF CON com o convite para uma conferência de criptomoedas que não existia.
Um perfil no X que dizia representar a CoinDesk abordou profissionais ligados à Black Hat e à DEF CON com o convite para uma conferência de criptomoedas que não existia. O golpe usava um Google Doc legítimo com uma barra lateral personalizada pelo Google Apps Script, que simulava criptografia e pedia uma chave enviada por mensagem direta.
A campanha tentava entregar AMOS no macOS, NetSupport RAT no Windows e um instalador falso de carteira Ledger.