| Benchmark / área | GPT-5.5 | Claude Opus 4.7 | Leitura prática |
|---|---|---|---|
| SWE-Bench Verified | 88,7% | 87,6% | Quase empate; a vantagem de 1,1 ponto do GPT-5.5 não é decisiva . |
| SWE-Bench Pro | 58,6% | 64,3% | Claude abre vantagem clara em tarefas de engenharia de software mais difíceis . |
| Terminal-Bench 2.0 | 82,7% | 69,4% reportado | GPT-5.5 parece mais forte em execução orientada a terminal, mas os números públicos de Opus variam entre fontes . |
| MCP Atlas | 75,3% | 77,3%–79,1% | Claude aparece à frente em tool-calling e orquestração de ferramentas . |
| FrontierMath Tier 1–3 | 51,7% | 43,8% | GPT-5.5 lidera em raciocínio matemático pesado . |
| FrontierMath Tier 4 | 35,4% | 22,9% | A vantagem do GPT-5.5 continua no nível mais difícil de matemática . |
| GPQA Diamond | 93,6% | 94,2% | Praticamente empate, com leve vantagem para Claude . |
| Humanity's Last Exam, sem ferramentas | 41,4% | 46,9% | Claude aparece melhor em raciocínio amplo de estilo exame . |
| Humanity's Last Exam, com ferramentas | 52,2% | 54,7% | Claude mantém uma pequena vantagem mesmo com uso de ferramentas . |
| BrowseComp | 84,4% | 79,3% | GPT-5.5 aparece melhor em pesquisa web no estilo BrowseComp . |
Duas linhas pedem cuidado extra. Em Terminal-Bench 2.0, algumas fontes reportam 69,4% para Claude Opus 4.7, enquanto outra comparação mostra 82,7% para GPT-5.5 e não traz um número público de Opus . Em MCP Atlas, a fotografia pública da BenchLM mostra Claude Opus 4.7 com 77,3% e GPT-5.5 com 75,3%, enquanto outras análises citam 79,1% para Claude contra os mesmos 75,3% do GPT-5.5 .
A direção, porém, é consistente: GPT-5.5 parece melhor para execução em terminal; Claude Opus 4.7 parece melhor para orquestração de ferramentas.
O SWE-Bench mede a capacidade de um modelo resolver issues reais do GitHub, e a variante Pro é descrita como mais difícil . No SWE-Bench Verified, GPT-5.5 marca 88,7% e Claude Opus 4.7 marca 87,6%, o que na prática parece um empate técnico .
O sinal mais útil para engenharia pesada vem do SWE-Bench Pro. Nesse benchmark, Claude Opus 4.7 aparece com 64,3%, contra 58,6% do GPT-5.5 — uma vantagem de 5,7 pontos . A diferença importa porque o Pro é bem mais exigente: um panorama do benchmark aponta 500 tarefas e 12 repositórios Python no Verified, contra 1.865 tarefas e 41 repositórios no Pro, incluindo Python, Go, TypeScript e JavaScript; a média de arquivos alterados também sobe de cerca de 1 para 4,1 .
Para quem está avaliando modelos para manutenção de código, correção de bugs multi-arquivo, reparo de pull requests ou agentes de programação em produção, Claude Opus 4.7 deve entrar primeiro no teste. A MindStudio também descreve o Opus 4.7 como mais forte em raciocínio arquitetural amplo em grandes bases de código, enquanto o GPT-5.5 teria leve vantagem em uso preciso de ferramentas e navegação por arquivos .
Em fluxos pesados de terminal — comandos de shell, execução passo a passo, criação e edição de arquivos, depuração por CLI — o caso do GPT-5.5 é forte. O Terminal-Bench 2.0 aparece com 82,7% para GPT-5.5 e 69,4% reportado para Claude Opus 4.7 . Como há comparação pública que não lista o número de Opus nesse benchmark, vale tratar o resultado como um sinal direcional, não como verdade absoluta de leaderboard .
Já em orquestração de ferramentas, Claude leva vantagem. O MCP Atlas mede tool-calling sobre integrações do Model Context Protocol e ferramentas externas . A fotografia pública da BenchLM mostra Claude Opus 4.7 com 77,3% e GPT-5.5 com 75,3% . Outras análises apresentam a comparação como 79,1% contra 75,3% .
Na prática: se o seu agente precisa principalmente operar um ambiente de terminal, GPT-5.5 é um ótimo primeiro candidato. Se ele precisa coordenar várias APIs, serviços e ferramentas em sequência, Claude Opus 4.7 merece prioridade no piloto.
“Raciocínio” não é uma categoria única. Nos benchmarks de matemática, GPT-5.5 aparece claramente à frente: 51,7% contra 43,8% no FrontierMath Tier 1–3, e 35,4% contra 22,9% no FrontierMath Tier 4 . Para problemas matemáticos difíceis, esse é um sinal relevante.
Em avaliações amplas de conhecimento e raciocínio, a leitura muda. No GPQA Diamond, os dois ficam praticamente empatados: 93,6% para GPT-5.5 e 94,2% para Claude Opus 4.7 . No Humanity's Last Exam, Claude aparece melhor: 46,9% contra 41,4% sem ferramentas, e 54,7% contra 52,2% com ferramentas .
Para pesquisa com navegação, o BrowseComp favorece GPT-5.5: 84,4% contra 79,3% do Claude Opus 4.7 . Se o seu fluxo depende de busca, leitura e síntese de informações na web no estilo BrowseComp, GPT-5.5 tende a ser o primeiro modelo a testar.
Benchmarks publicados não são uma simulação perfeita da sua produção. A Anthropic, nas notas de lançamento do Claude Opus 4.7, menciona mudanças de harness, implementações internas e atualizações de metodologia, além de avisar que alguns scores não são diretamente comparáveis a placares públicos . Uma análise voltada a builders sobre o GPT-5.5 também sinaliza que certos resultados de benchmark são reportados pela OpenAI e ainda carecem de replicação independente .
O melhor caminho é rodar um eval pequeno, mas realista: tickets recentes, repositórios reais, prompts que sua equipe usaria, ferramentas conectadas e critérios claros de sucesso ou falha. O leaderboard ajuda a escolher por onde começar; a decisão final deve levar em conta latência, custo de erro, integração com ferramentas e o tipo de falha que você consegue tolerar.
Se você quer um ponto de partida para automação geral, execução por terminal, matemática pesada e pesquisa com navegação, GPT-5.5 aparece como o candidato mais forte . Se o objetivo principal é engenharia de software difícil, agentes de código em produção ou workflows com muitas ferramentas, Claude Opus 4.7 parece mais robusto .
A conclusão segura é simples: GPT-5.5 vence em execução ampla, terminal, matemática e pesquisa web; Claude Opus 4.7 vence em software engineering difícil e agentes com orquestração de ferramentas.