Em discurso em 18 de setembro de 2026, Chan Chun Sing defendeu que servidores públicos passem de agir apenas para os cidadãos a trabalhar com eles. Os debates sobre Maju Forest e Gillman Barracks ilustram, segundo o ministro, a necessidade de explicar com honestidade os interesses em conflito nas decisões públicas.
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Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: At a September 2026 public service leadership ceremony, how did Chan Chun Sing say Singapore’s public servants should adapt to a more comple. Article summary: At the 18 September 2026 Annual Public Service Leadership Ceremony, Chan Chun Sing argued that public servants must become conveners and problem-solvers, not just providers of government services. In a more complex and c. Topic tags: general, general web, user generated. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks, charts with fa
Para Chan Chun Sing, prestar serviços e executar programas já não basta. Na cerimônia anual de liderança do serviço público de Singapura, em 18 de setembro de 2026, o ministro responsável pela coordenação dos serviços públicos pediu que os servidores ajudem a reunir pessoas, tornem compreensíveis as escolhas difíceis e construam soluções capazes de manter o país relevante em um cenário mais complexo. 1
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A mudança proposta por Chan é passar de fazer coisas para os singapurianos a fazê-las com eles. Na prática, isso exige ouvir interesses diferentes, buscar pontos em comum e ajudar grupos a agir por um objetivo compartilhado — em vez de apenas negociar um acordo para cada questão isolada. 1
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Também exige definir responsabilidades: o que cabe necessariamente ao governo, com o que cidadãos e outros parceiros podem contribuir e como reunir esses esforços. A ideia não é que o Estado se retire, mas que tampouco seja tratado como a única fonte de respostas. 1
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Trabalhar em conjunto não significa prometer a todos o resultado que desejam. Chan citou os debates sobre os planos para Maju Forest e Gillman Barracks, dois locais de Singapura, como exemplos de decisões que despertam posições firmes e divergentes. Para ele, o serviço público precisa expor com honestidade os benefícios, custos e interesses envolvidos, de modo que as pessoas entendam a decisão mesmo quando discordarem dela. 20
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Entre os desafios internos, Chan destacou a transformação do trabalho: é preciso lidar com os impactos da inteligência artificial (IA) e aproveitar suas oportunidades em meio a mudanças demográficas. Isso requer discernimento dos servidores para avaliar riscos e possibilidades, sem tratar a tecnologia como solução automática. 1
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No plano externo, ele defendeu mais vínculos e experiência internacional para ajudar Singapura a navegar a incerteza. Sua cobrança aos líderes do serviço público foi criar espaço para o país agir, desenvolver valor próprio e mobilizar esforços coletivos para que Singapura continue sendo um parceiro procurado, dentro e fora de suas fronteiras. 1
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Nesse contexto, o apelo para que líderes ajam com espírito empreendedor significa antecipar problemas e experimentar formas melhores de governar, em vez de esperar que os métodos atuais deixem de funcionar. Para Chan, a qualidade da gestão pública importa tanto para a confiança da população quanto para a relevância de Singapura em um mundo mais disputado. 1
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Em discurso em 18 de setembro de 2026, Chan Chun Sing defendeu que servidores públicos passem de agir apenas para os cidadãos a trabalhar com eles.
Em discurso em 18 de setembro de 2026, Chan Chun Sing defendeu que servidores públicos passem de agir apenas para os cidadãos a trabalhar com eles. Os debates sobre Maju Forest e Gillman Barracks ilustram, segundo o ministro, a necessidade de explicar com honestidade os interesses em conflito nas decisões públicas.
Chan também pediu preparo para lidar com inteligência artificial, mudanças demográficas e incerteza internacional, além de iniciativa para inovar.