O critério é direto: quais temas aparecem repetidamente nas fontes em chinês tradicional? Quais já saíram do estágio de curiosidade e entraram em adoção corporativa? E quais impactam ao mesmo tempo marketing, produto, engenharia e operações de TI?
Para times de marketing, a IA generativa continua sendo a porta de entrada mais óbvia. Mas o tema de pesquisa já não se limita a escrever bons prompts. A iThome aponta que o setor de serviços em Taiwan está entre os mais ativos na adoção de IA generativa, com 16% das empresas usando a tecnologia em ambiente formal.
A pergunta prática é: como transformar tarefas repetidas em processos confiáveis? Isso vale para textos de campanha, respostas de atendimento, posts de redes sociais, e-mails, descrições de produto, FAQs e organização de conhecimento interno.
A vantagem deixa de ser apenas produzir uma peça mais rápido. O diferencial passa a ser ter um fluxo com entrada clara, revisão humana, critérios de qualidade, registro do que foi aprovado e rastreabilidade do que foi publicado.
AI Agent, ou agente de IA, é um tema comum a marketing, produto e engenharia. O white paper da INSIDE descreve uma virada: as empresas não se contentam mais em conversar com IA; elas querem que a IA comece a fazer. O texto também apresenta o AI Agent como um colaborador digital com capacidade de perceber, planejar, agir e refletir.
No marketing, isso muda o escopo. Não se trata apenas de pedir um post. O próximo passo é um sistema capaz de ler dados, sugerir uma ação, produzir uma peça, acionar uma etapa do fluxo e pedir validação humana quando necessário.
Do lado técnico, agentes de IA podem combinar grafos de conhecimento, RAG e consultas por API para melhorar a obtenção e o processamento de informações.
CIO Taiwan, citando a IDC, aponta a multimodalidade como uma das tendências de GenAI para 2025: empresas devem preferir modelos que processem diferentes tipos de informação, como imagem, vídeo e texto.
Para marketing, isso significa que a estratégia de conteúdo não deve ficar presa ao texto. Página de produto, imagem de anúncio, roteiro de vídeo curto, base de atendimento e visual social podem entrar no mesmo ciclo de planejamento, produção, revisão e reaproveitamento.
A questão relevante não é apenas qual modelo gera a melhor imagem. É como conectar briefing, identidade de marca, aprovação jurídica ou de produto, histórico de campanha e métricas de desempenho em um fluxo único.
Quanto mais a IA entra em produção, mais aparecem as perguntas difíceis: ela reduziu custo? Aumentou qualidade? Diminuiu tempo de entrega? Elevou risco de erro factual ou dano à marca?
A INSIDE relata que empresas enfrentam um cenário de 70,9% de incerteza orçamentária e uma crise de confiança associada a alucinações de IA.
Por isso, profissionais de marketing devem estudar governança junto com criatividade. Um bom projeto precisa medir tempo economizado, custo por peça ou campanha, taxa de retrabalho, consistência de marca e risco de informação incorreta. Sem isso, a IA fica parecendo experimento interessante, mas não vira parte confiável da operação.
Para engenheiros, AI Agent não é apenas uma interface de conversa mais inteligente. É um sistema que precisa cumprir tarefas com estabilidade, limites e rastreabilidade. A iThome aponta forte avanço na adoção de IA agentic em Taiwan, enquanto a INSIDE coloca os agentes no centro da passagem de conversar com IA para fazer a IA agir.
Os pontos de estudo mais importantes incluem chamada de ferramentas, integração com APIs, planejamento de tarefas, persistência de estado, recuperação de erro, controle de permissões, observabilidade, logs e pontos de intervenção humana.
É isso que separa um demo impressionante de um sistema capaz de operar dentro de um processo empresarial real.
RAG, sigla de retrieval-augmented generation, costuma ser traduzido como geração aumentada por recuperação. Na prática, é a arquitetura que tenta fazer o modelo responder com base em informações recuperadas de uma base de documentos, conhecimento ou dados internos.
A iThome inclui RAG entre as tecnologias de IA generativa com crescimento relevante de adoção em Taiwan, o que mostra a preocupação das empresas com a conexão entre modelo, conhecimento corporativo e base de evidências.
Para engenharia, os temas de pesquisa passam por preparação de dados, chunking, busca semântica, ranqueamento, filtros por permissão, citações de fonte, avaliação de acurácia e tratamento de informações antigas ou contraditórias.
Se a IA vai virar porta de entrada para conhecimento corporativo, RAG continua sendo uma arquitetura difícil de ignorar.
A iThome cita engenharia de software aumentada por IA como um dos temas com crescimento de adoção, incluindo apoio a desenvolvimento, depuração e testes.
Isso vai além do autocompletar código. O ponto mais interessante é desenhar como a IA participa do ciclo de desenvolvimento: geração de casos de teste, análise de erro, sugestão de refatoração, atualização de documentação, revisão de código e preservação do conhecimento técnico do time.
Também há uma dimensão de processo: quando aceitar uma sugestão? Como revisar código gerado? Como medir impacto em qualidade e segurança? Como evitar que produtividade aparente aumente a dívida técnica?
AIOps é o uso de IA para apoiar operações de TI. A iThome relata que, impulsionadas pela onda de IA generativa, mais empresas taiwanesas querem usar AIOps para otimizar manutenção e operação de TI.
O valor não está apenas em automatizar alertas. A oportunidade maior é conectar logs, métricas, incidentes, registros de atendimento e conhecimento operacional para acelerar resumo de eventos, detecção de anomalias, triagem de alertas, análise de causa provável e passos de resolução.
Para times de engenharia, SRE e operações, AIOps é a ponte entre IA no desenvolvimento e IA na operação diária.
Nem todo problema corporativo exige um grande modelo de linguagem. CIO Taiwan, citando a IDC, afirma que empresas devem usar modelos de linguagem pequenos, ou SLMs, conforme a necessidade do cenário, e que aplicações com múltiplos modelos tendem a se tornar normais.
Isso muda a pergunta técnica. Em vez de apenas buscar o modelo mais poderoso, equipes precisam decidir qual modelo é suficiente para cada tarefa, quando usar roteamento, quando combinar modelos, como medir custo e latência, e como comparar qualidade em produção.
Para quem trabalha mais perto de hardware, dispositivos ou infraestrutura, há um tema vizinho: IA de borda. A MIC aponta que PCs com IA e smartphones com IA devem acelerar a penetração em 2025, enquanto a ida da IA para a borda tende a diversificar chips de IA.
Como a pergunta original envolve conteúdo em chinês tradicional de Taiwan, vale pesquisar pelos termos abaixo. Eles correspondem aos eixos que aparecem com frequência nas fontes taiwanesas sobre CIOs, TIC e AI Agents.
Para marketing, comece padronizando fluxos de conteúdo com IA generativa. Depois avance para AI Agents conectados a tarefas e ferramentas. Em seguida, integre produção multimodal e governança de marca, custo e qualidade. Essa sequência conversa com a adoção formal de IA generativa no setor de serviços, com a atenção empresarial a modelos multimodais e com a virada dos agentes de IA.
Para engenharia, uma trilha lógica é dominar RAG e uso de IA no ciclo de desenvolvimento; depois aprofundar arquitetura de agentes, AIOps e implantação com múltiplos modelos. Essa ordem acompanha os temas de crescimento destacados pela iThome e a leitura da IDC sobre SLMs e aplicações multimodelo.
Para quem lidera produto ou implantação, a pergunta mais importante não é qual modelo é o melhor. É qual fluxo vale automatizar primeiro: quais são as entradas, o que a IA deve fazer, quem revisa, como medir sucesso e como voltar atrás se algo falhar. A incerteza de orçamento e a crise de confiança por alucinações citadas pela INSIDE mostram por que esse desenho é essencial.
Pelas fontes públicas usadas aqui, não. O caminho mais seguro é cruzar pesquisas de CIO, dados de adoção setorial, tendências de TIC e materiais sobre AI Agents para identificar temas recorrentes e próximos da prática empresarial.
Porque eles representam três mudanças complementares: AI Agents levam a IA de conversar para executar tarefas; RAG conecta respostas a conhecimento recuperável; e multimodalidade permite tratar texto, imagem e vídeo dentro de fluxos de trabalho mais integrados.
Não. Prompts continuam úteis, mas as tendências corporativas destacadas para Taiwan apontam para temas de sistema: RAG, engenharia de software aumentada por IA, AIOps, arquitetura de agentes e implantação com SLMs ou múltiplos modelos.
O sinal mais forte em Taiwan em 2025 é a passagem da IA de geração pontual para IA conectada a processos. Marketing precisa olhar para fluxos de conteúdo, agentes, multimodalidade e governança. Engenharia precisa olhar para arquitetura de agentes, RAG, desenvolvimento aumentado por IA, AIOps e estratégia de modelos.
Somados, esses temas formam o conjunto de competências que empresas precisam para tirar a IA do piloto e aproximá-la da operação real.
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